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Brasil, uma marca de U$$ 255 bilhões.

Resultado deixa o País na 22ª posição entre as marcas de países mais valiosas, segundo estudo de Simon Anholt.

De acordo com um estudo feito pelo consultor independente Simon Anholt, a marca Brasil está valendo atualmente US$ 255 bilhões. Os detalhes desse trabalho serão apresentados na segunda-feira 10 no evento “Brand Brasil 2010 – O valor da marca de um país”, em São Paulo. O resultado deixa a marca Brasil na 22ª posição do ranking, apesar de ser a 8ª maior economia.

O objetivo da pesquisa é especificar como a marca de um país contribui ou atrapalha para que seja reconhecido e seus produtos tenham boa aceitação no mercado externo. Segundo o consultor Júlio Moreira, da Top Brands, se comparado aos BRICs (bloco formado pelos países Brasil, Rússia, China e Índia), o Brasil ainda é o lanterna grupo. “A China é a 9ª marca mais valiosa do planeta, a Rússia, a 12ª, e a Índia, a 17ª”.

No estudo são analisados atributos como, volume de exportação do país, a governança, produção intelectual, turismo, pessoas e qualidade de vida, além de investimento externo.

O britânico Simon Anholt é idealizador do termo “nation brand” e trabalha diretamente com governos além de prestar serviços de consultoria para a Organização das Nações Unidas – ONU. Ele estará no Brasil para participar do evento organizado pela Top Brands em parceria com a Associação Brasileira de Anunciantes (ABA). Os paineis e debates acontecem nos dias 10 e 11 de maio e terão as presenças de autoridades da Embratur (Empresa Brasileira de Turismo) e Ministério do Desenvolvimento.

Veja a seguir as 10 marcas mais valiosas:

1. EUA – US$ 19.735 trilhões
2. Japão -US$ 9.590 trilhões
3. Alemanha – US$ 5.396 trilhões
4. Reino Unido – US$ 3.560 trilhões
5. França – US$ 3.168 trilhões
6. Itália -US$ 2.787 trilhões
7. Espanha US$ 1.604 trilhões
8. Canadá – US$ 1.402 trilhões
9. China – US$ 1.121 trilhões
10. Austrália – US$ 930 bilhão

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O cinquentenário controverso de Brasília

Mesmo com as turbulências políticas, diversas ações e eventos marcam os 50 anos da capital

Depois de muitas idas e vindas em relação à participação de anunciantes e artistas, a capital do País comemora seu aniversário de 50 anos nessa quarta-feira, 21, com bem menos pompa e circunstância do que o previsto inicialmente. Antes anunciada como um evento grandioso – que pretendia trazer até o ex-Beatle Paul McCartney – a comemoração foi perdendo a adesão de diversos anunciantes. As sucessivas denúncias de corrupção ressabiaram o envolvimento das marcas – que provavelmente não gostariam de associar sua imagem à repercussão negativa do caso.

Mas algumas empresas decidiram deixar de lado o cenário político e investiram na data. A Vivo já deu início à sua campanha com diversos anúncios publicitários nos veículos locais, além da instalação do ícone da empresa no aeroporto parabenizando a cidade. A Coca-Cola também fez uma ação: em 21 de fevereiro transformou seus 50 caminhões de distribuição de bebidas – adesivados com imagens históricas da cidade – em museus itinerantes que desfilaram pela cidade. Além disso, também criou uma lata comemorativa, ilustrada com imagens de Brasília.

A ideia das latas foi compartilhada pela Ambev, que também ilustrou as embalagens de Antarctica em homenagem à cidade. A corretora de seguros BRB lançou outra campanha em homenagem ao aniversário da capital, desenvolvida pela Fields Comunicação e veiculada nos principais veículos de Brasília. O Banco do Brasil entrou como patrocinador da etapa brasiliense do Mundial de Vôlei de Praia, assim como a Swatch, que desenvolveu um relógio em homenagem a Oscar Niemeyer. A marca de cerveja Schincariol também decidiu comemorar a data instalando 40 outdoors na cidade com aas frases “ParabenzÃO. 50 anos de Brasília merece um cervejÃO”.

Para celebrar o dia do aniversário, foram chamados diversos artistas locais, como os Paralamas do Sucesso. Mas é uma baiana quem comandará a festa: Daniela Mercury será a mestre de cerimônias do evento, que acontecerá na Esplanada dos Ministérios e contará com três palcos diferentes. A comemoração terá um custo de aproximadamente R$ 8 milhões, segundo o secretário de Cultura, Silvestre Gorgulho.

MMonline.

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AlmaSurf estará na etapa brasileira do mundial de surf

Principal campeonato do esporte no País, o Billabong Pro reunirá os melhores surfistas do mundo em Santa Catarina.

A AlmaSurf será a revista oficial do Billabong Pro Santa Catarina. Terceira etapa da divisão principal do Circuito Mundial de Surf (ASP WT), a competição acontece entre os dias 23 de abril e 2 de maio, na praia da da Vila, em Imbituba (SC). É o mais importante campeonato de surfe realizado no Brasil.
A parceria com o Billabong Pro faz parte das comemorações do aniversário de 10 anos da AlmaSurf, responsável também pelo guia oficial do evento.

Paralelamente a disputa dos melhores surfistas do mundo, diversas outras atividades de entretenimento são realizadas no complexo temático da Cidade do Surf, transformando Imbituba na capital nacional do esporte.

O campeonato é realizado pelo Grupo RBS e pela Quântica Comunicação e Eventos. O patrocínio é da cerveja Skol e do Governo do Estado de Santa Catarina, por meio do Fundesporte.

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Inflação: IGP-DI de março fica em 0,63%, abaixo das expectativas; hoje sai IPCA de março

O IGP-DI de março ficou em 0,63% em março, ante 1,09% em fevereiro. O número ficou abaixo de nossa projeção (0,80%) e das expectativas de mercado (entre 0,70% e 0,90%). A principal causa da desaceleração foi o IPA-DI industrial, que registrou deflação de 0,05%. Dentro do IPA industrial, “alimentos processados” foi o item que mais influenciou na desaceleração (de 1,91% para -0,12%). Segundo o Índice de Preços por Atacado segundo Estágios de Processamento (IPA-EP), tanto matérias primas brutas quanto bens intermediários e finais apresentaram inflação menor em março. Já o IPA agrícola continua pressionado pro altas sazonais, como tomate, leite e feijão.

Para o IPCA de março, a ser divulgado hoje pelo IBGE, estimamos 0,49%. Se nossas projeções estiverem certas, a inflação ao consumidor acumulará 5,1% em 12 meses, panorama muito diferente de dezembro de 2009, onde os índices apontavam para inflação de 4,3% ao consumidor. Com isso, a inflação ao consumidor deve acumular 2,03% no trimestre, o que é bem mais alto que 1,24% acumulado no mesmo período do ano passado.

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Brasil na capa da The Economist

Revista britânica traz reportagem especial sobre o que chama de “Decolagem do Brasil”.

A edição com data de 14 de novembro da revista britânica The Economist trouxe o Brasil em destaque na capa, com uma foto do Cristo Redentor com propulsão que o leva ao espaço e o título “A Decolagem do Brasil”.

A publicação cita em uma reportagem especial de 14 páginas que o país deverá se tornar na próxima década a quinta economia do mundo, ultrapassando Reino Unido e França inclusive, além de fazer referência ao estudo da PwC que coloca São Paulo em 2025 como a quinta cidade mais rica.

O Brasil, inclusive, se diferencia dos outros países do BRIC em questões como a democracia (em comparação com a China), conflitos religiosos e étnicos (Índia) e exportação diversificada de produtos (como a Rússia, que é forte em armamento e petróleo apenas).

A reportagem cita ainda a “política social inteligente e o aumento do consumo em casa do Brasil tem muito mais a ensinar do que na China”.

Uma das partes fala sobre o crescimento da classe C, ao mesmo tempo em que marcas como a Tiffany e a Louis Vuitton têm grande êxito no país. Leia aqui (inglês).

(Fonte: m&m Online)

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Brasil tem os celulares mais caros do mundo

Apesar de ter conseguido reduzir tarefas, País ainda é o último do ranking que mede os custos e o acesso à telefonia.

Apesar de estar nas mãos de aproximadamente 175 milhões de brasileiros, o telefone celular ainda continua gerando problemas financeiros para a população brasileira. De acordo com o Índice de Paridade de Poder de Compra (PPP), produzido pela União Internacional de Telecomunicações (UIT), que apura as taxas e custos do serviço de telefonia em 159 nações, o consumidor nacional paga as tarifas mais caras do planeta para fazer uso do telefone móvel.

Segundo o ranking do UIT, o Brasil a ocupa a 121ª posição na lista dos países com melhores custos de serviços. Considerando a paridade de poder de compra, o País, entretanto, fica em último lugar. Enquanto aqui o custo médio por um pacote de 25 chamadas e de 30 torpedos fica em US$ 42 por mês, esses mesmos serviços custam somente US$ 1 em Hong Kong, US$ 9,8 na Suíça e US$ 14,6 no México.

Apesar de ter conseguido reduzir os custos aplicados na telefonia celular no último ano, o Brasil ainda não conseguiu estruturar a base de telecomunicações no mesmo nível de países da Europa e da América. Enquanto a média do pacote básico de telefonia fixa no mundo sai pelo valor de US$ 9, no Brasil, o mesmo serviço alcança o patamar de US$ 13,4.

Ainda de acordo com o relatório da UIT, os altos custos na telefonia brasileira geram um grande obstáculo à difusão ao acesso à comunicação e ao desenvolvimento das tecnologias. Apesar disso, o estudo aponta que o País vem conseguindo melhores progressivas nos custos. Nos últimos anos, a tarifa dos celulares no Brasil decresceu 25%. Já as taxas de internet banda larga caíram 52% e, as da telefonia fixa, 63%.

Com informações do Valor Econômico.

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Trem-bala não será finalizado a tempo da Olimpíada, diz agência

Não dará tempo...

A ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) disse na quarta-feira, 13, que espera obter a

licença prévia do TAV (Trem de Alta Velocidade) – que interligará Rio de Janeiro, São Paulo e

Campinas – em “meados de 2011”. Mais: essa ainda é apenas uma expectativa, revelou Hélio França,

superintendente-executivo da agência, em audiência pública para discussão do edital de licitação, em

São Paulo. A licença dependerá ainda da apresentação do estudo de impacto ambiental que será feito

somente depois de conhecido o traçado definitivo, algo que só ocorrerá quando o leilão apontar o

consórcio vencedor. Hoje, a ANTT tem apenas um traçado referencial, a partir do qual colheu

informações sobre demanda pelo serviço e dados sobre o custo final do projeto, estimado em R$ 34

bilhões. Tudo isso terá ainda de ser avaliado pelos técnicos da agência ambiental federal, o Ibama.

Por tudo isso, a ANTT diz que não irá se comprometer com qualquer data para o início da operação

do chamado trem-bala, muito menos referendar expectativas do governo federal de ter ao menos

parte do empreendimento pronto a tempo da realização dos dois maiores eventos esportivos do

mundo: a Copa do Mundo de 2014 ou a Olimpíada de 2016, no Rio.

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