O assunto ainda é a Europa

A maioria das bolsas de valores da Ásia encerraram a segunda-feira em alta, mas os ganhos
foram uma recuperação meramente técnica já que as quedas na semana passada foram
muito grandes e muito rápidas. Já em Tóquio a bolsa encerrou em queda de 0,3%, a avaliação é
que um iene mais forte vai limar os lucros futuros das companhias. O sobe desce deve continuar
impulsionado por investidores que buscam pechinchas, e às novas noticias da Europa:
– O primeiro-ministro da Grécia, George Papandreou, descartou a possibilidade de
declarar a moratória ou de reestruturar a dívida do seu país; “ Optamos por repagar
os empréstimos que fizemos.” Ele disse que os governos europeus demoraram a agir
para impedir que a crise grega se espalhasse para outros dos 16 países que utilizam o
euro como moeda.
– O governo de coalizão da Grã-Bretanha vai iniciar na segunda-feira o corte de
gastos anunciado para reduzir o déficit recorde no orçamento. Também vai anunciar
os primeiros projetos de lei nesta semana, incluindo reformas políticas e regras mais
rígidas para os bancos. O governo quer economizar inicialmente 6 bilhões de libras em
2010, e reduzir o déficit, atualmente acima de 11% do PIB.
– O secretário do Tesouro norte-americano, Timothy Geithner, acredita que o mundo
esta numa posição muito mais forte para gerir os desafios que há na Europa.
– A Espanha não acatará pedidos de sindicatos para rever um plano de austeridade
de 15 bilhões de euros, disse o primeiro-ministro espanhol, José Luis Rodriguez
Zapatero no domingo.”Sei que há protestos daqueles que não concordam com o
governo, como os sindicatos, mas não vamos mudar”, disse Zapatero. Analistas dizem
que o acordo pode ser realizado, mas provavelmente não terá as mudanças que os
outros membros da União Europeia querem ver.
A crise europeia é um tema que preocupa porque pode se espalhar para outras regiões e
também diminuir mercado para exportações de países como a China.
O pacote da União Européia e do Fundo Monetário Internacional (FMI) para estabilizar a
zona do euro ainda não conteve a queda da moeda do Velho Continente.

A maioria das bolsas de valores da Ásia encerraram a segunda-feira em alta, mas os ganhosforam uma recuperação meramente técnica já que as quedas na semana passada forammuito grandes e muito rápidas. Já em Tóquio a bolsa encerrou em queda de 0,3%, a avaliação éque um iene mais forte vai limar os lucros futuros das companhias. O sobe desce deve continuarimpulsionado por investidores que buscam pechinchas, e às novas noticias da Europa:- O primeiro-ministro da Grécia, George Papandreou, descartou a possibilidade dedeclarar a moratória ou de reestruturar a dívida do seu país; “ Optamos por repagaros empréstimos que fizemos.” Ele disse que os governos europeus demoraram a agirpara impedir que a crise grega se espalhasse para outros dos 16 países que utilizam oeuro como moeda.- O governo de coalizão da Grã-Bretanha vai iniciar na segunda-feira o corte degastos anunciado para reduzir o déficit recorde no orçamento. Também vai anunciaros primeiros projetos de lei nesta semana, incluindo reformas políticas e regras maisrígidas para os bancos. O governo quer economizar inicialmente 6 bilhões de libras em2010, e reduzir o déficit, atualmente acima de 11% do PIB.- O secretário do Tesouro norte-americano, Timothy Geithner, acredita que o mundoesta numa posição muito mais forte para gerir os desafios que há na Europa.- A Espanha não acatará pedidos de sindicatos para rever um plano de austeridadede 15 bilhões de euros, disse o primeiro-ministro espanhol, José Luis RodriguezZapatero no domingo.”Sei que há protestos daqueles que não concordam com ogoverno, como os sindicatos, mas não vamos mudar”, disse Zapatero. Analistas dizemque o acordo pode ser realizado, mas provavelmente não terá as mudanças que osoutros membros da União Europeia querem ver.A crise europeia é um tema que preocupa porque pode se espalhar para outras regiões etambém diminuir mercado para exportações de países como a China.O pacote da União Européia e do Fundo Monetário Internacional (FMI) para estabilizar azona do euro ainda não conteve a queda da moeda do Velho Continente.

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