Arquivo do mês: dezembro 2009

Metade do esgoto do litoral de São Paulo vai para o mar


 Pelo menos metade do esgoto produzido nas 13 cidades do litoral
paulista é despejada sem tratamento no mar e no lençol freático, com a
contaminação por meio de fossas sépticas. Isso equivale a 1,5 mil litros de
esgoto por segundo, o suficiente para encher em uma hora duas piscinas
olímpicas, de 2,5 milhões de litros cada uma. Hoje, a Companhia de Saneamento
Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) cobre 53% da Baixada Santista e 35% do
litoral norte.

Nesta semana, uma em cada três praias da Baixada Santista e do litoral norte
foi considerada imprópria pela Companhia Ambiental do Estado de São Paulo
(Cetesb) - situação que deve ficar mais crítica nas próximas semanas com a
invasão de turistas. Cinco praias que apresentaram concentração de bactérias
por causa da poluição estão em Ilhabela, cidade com o pior porcentual de
atendimento da Sabesp. Ali, a rede de esgoto não ultrapassa os 4% de cobertura.

A maioria das casas recolhe o esgoto em fossas sépticas, pouco seguras para
terrenos arenosos como os do litoral, em que as águas subterrâneas facilmente
se deslocam entre os reservatórios contaminados e o mar. "Essa é uma solução
que pode funcionar em áreas adensadas e com manutenção rigorosa", afirma o
presidente executivo do Instituto Trata Brasil, Raul Pinho. "Mas sabemos que
não é a situação do litoral. Mesmo o que está na fossa acaba no mar."

Até o ano que vem, a Sabesp deve ampliar a coleta de esgoto na cidade para 36%.
"E tudo que for coletado será tratado", diz José Bosco de Castro,
superintendente da companhia no litoral norte. A empresa diz que está
investindo na ampliação do sistema já para a próxima temporada. Até 2015, a
cobertura deve chegar a 85%. "Enfrentamos dificuldades como a ocupação
desordenada, áreas de proteção, construções próximas de córregos e rios",
afirma Castro.

Defesa

Com o Programa Onda Limpa, iniciado em 2007 na Baixada Santista, a Sabesp
afirma investir R$ 1,5 bilhão na ampliação da rede de esgoto das 13 cidades do
litoral paulista. A maior parte do investimento (R$ 1,2 bilhão) é destinada à
Baixada, onde em janeiro serão inauguradas sete novas estações de tratamento de
esgoto. De Bertioga a Peruíbe, a rede da Sabesp tem hoje uma cobertura de 53%.
E com o programa concluído deve chegar aos 95%. Nas quatro cidades do litoral
norte, até agora, foram investidos R$ 300 milhões. As informações são do Jornal
da Tarde.
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Brasileiros compram 8.500 carros por dia


As vendas de veículos ultrapassaram a marca de 3 milhões
de unidades no ano. Significa que os brasileiros compraram mais de 8,5 mil
carros por dia, incluindo sábados e domingos, um recorde desde a instalação das
primeiras montadoras no País, na década de 50. O setor espera encerrar o ano
com cerca de 3,1 milhões de veículos licenciados, um aumento de 10,3% em
relação a 2008. Com esse volume, o Brasil se consolida como quinto maior
mercado mundial de veículos

Até quarta-feira, foram licenciados 2,996 milhões de veículos, dos quais 2,872
milhões são automóveis e comerciais leves e 124 mil caminhões e ônibus.
Acrescentando os registros de ontem - que ainda não foram computados pelo
Denatran -, o saldo supera a casa dos 3 milhões. Em todo o ano passado foram
comercializados 2,848 milhões de veículos. Neste mês foram vendidos 148 mil
unidades até o dia 16, sendo 139,8 mil automóveis e comercias leves, volume 3%
acima do registrado em igual período de novembro, que fechou o mês com vendas
totais de 251,7 mil unidades. As montadoras se preparam para vender 3,4 milhões
de unidades. Para dar conta da demanda, estão anunciando contratações. As
informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Ecovias divulga sua Operação Verão

Concessionário que administra Anchieta-Imigrantes em ação que incentiva as boas práticas na estrada

A Ecovias, responsável pro administrar o Sistema Anchieta-Imigrantes, lança  campanha para anunciar a sua “Operação Verão”. Com ínicio em 18 de dezembro a  ação visa incentivar as boas práticas dos condutores.

Seguindo o mote “Quando você é responsável, todos agradecem”, a campanha foi  criada pela Agência Terremoto, para agradecer àqueles que seguem as    recomendações. As peças foram desenvolvidas com base nos tipos mais comuns de acidentes nas rodovias, com frases que podem prevenir essas ocorrências, como: “Obrigado por não beber e dirigir”; “Obrigado por não falar ao celular dirigindo”; “Obrigado por descer engrenado”; “Obrigado por não dirigir com sono”; “Obrigado por não andar no corredor”; “Obrigado por não colar no carro da frente”.

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Superbrands divulga marcas mais poderosas

Pela primeira vez, um banco e uma empresa de internet aparecem entre os top 10 do estudo

A Nestlé continua no topo da lista das marcas mais poderosas do Brasil produzida pela Superbrands e pela consultoria IAM. Além da gigante do setor alimentício, outras sete empresas mantiveram o status de top 10 conquistado no ano passado: Coca-Cola, Rede Globo, McDonald’s, Sony, Nike, Unilever e Mercedes-Benz. No seleto grupo, as únicas novidades são as presenças de Bradesco e Google – que entraram nos lugares de BMW e Natura.
É a primeira vez que players do setor financeiro e de internet alcançam um posto entre as dez principais marcas do ranking, que está em sua quinta edição. “Este foi um ano de consolidação do trabalho consistente do Bradesco em termos de marketing, comunicação e negócios”, ressalta o economista Gilson Nunes, CEO e sócio da IAM, referindo-se à melhor posição do banco. “A imagem da marca e a percepção de confiança dos públicos com os quais ela lida vêm se fortalecendo nos últimos anos graças aos esforços de comunicação, à cobertura nacional da instituição e à melhoria dos serviços”, completa.

A grande surpresa, porém, é a entrada do Google no top 10 da lista, dominada por empresas de consumo e com décadas de atuação em seus respectivos mercados. Para Nunes, a escalada da jovem empresa de internet entre os tradicionais pesos-pesados está atrelada ao crescimento dos canais digitais no País. “Muito do resultado vem da percepção de inovação que é relacionada pelo público à marca. Com um trabalho forte de comunicação e marketing, o Google vem minando seus possíveis concorrentes no setor”, analisa.

O CEO da consultoria relata que empresas dos setores da economia mais impactados pela crise deixaram de investir no relacionamento com o cliente, no pós-venda e em serviços. “Isso aconteceu mais claramente com marcas dos setores de telecomunicações e automobilístico, incluindo autopeças, cujos desempenhos no ranking caíram se comparados com os do ano passado”, afirma.

Por outro lado, as instituições financeiras, de maneira geral, melhoraram suas posições mostrando solidez nos períodos mais críticos da crise. A única exceção, segundo Nunes, foi o Itaú Unibanco. “Eu esperava este banco entre os dez primeiros. Mas a má digestão da associação com o Unibanco está puxando o (índice do) Itaú para baixo”, explica. “Essa transição está demorando demais. É preciso concentrar os esforços na marca Itaú o quanto antes”, recomenda.

O resultado final do ranking Superbrands é fruto da análise de 35 atributos, com pesos diferenciados, que levam ao que Nunes classifica como o Índice de Força da Marca. A média ponderada resulta de grupos de macroindicadores como preço/valor agregado, produto/serviço, canal de venda/distribuição, pós-venda, sustentabilidade e qualidade e efetividade do marketing e comunicação.

Em 2009, foram selecionadas 500 marcas nacionais e estrangeiras presentes no Brasil. A amostra inicial era de 1,2 mil marcas. A seleção final ficou a cargo das escolhas de 250 gerentes e diretores de marketing, 5,3 mil consumidores (entre 18 e 65 anos) e do conselho independente da Superbrands, do qual fazem parte Dalton Pastore, presidente da Associação Brasileira de Agências de Publicidade (Abap); Ângelo Franzão, presidente do Grupo de Mídia São Paulo; Petrônio Corrêa, presidente do Comitê Executivo das Normas-Padrão (Cenp); André Porto Alegre, presidente da Associação dos Profissionais de Propaganda (APP); Alan Liberman, presidente da Ipsos ASI Latin America; e Nelson Blecher, diretor de redação da revista Época Negócios.

Confira a lista das dez marcas mais poderosas do País e seus respectivos índices de força, de acordo com a consultoria:

Nestlé – 86,8
Coca-Cola – 84,2
Rede Globo – 83,4
McDonald’s – 82,2
Sony – 80,2
Nike – 78,2
Unilever – 78,2
Mercedes-Benz – 77,3
Bradesco – 75,2
Google – 75,1

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LG promove experimentação de novo celular na noite de São Paulo

LG lança novo celular.

A LG Electronics preparou uma ação que vai durar todo o mês de dezembro para lançar o celular LG Crystal GD900. A campanha foi desenvolvida pela agência de promoções e eventos Puzzle, que focou a interatividade como foco central das ações. O objetivo é estar presente junto ao público alvo, em bares, casas noturnas da cidade de São Paulo, onde estarão instalados o VIP LG Crystal cuja entrada será controlada por um “VIP Hunter”, para a experimentação dos celulares. Além disso, a marca Rosa Chá desenvolveu as peças dos vip hunters e também foi responsável pela criação de um exclusivo porta celular com cristais aplicados. A medida que as “degustações” acontecerem, as fotos serão publicadas no Canal LG Crystal no site Glamurama (clique aqui).

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Uma pesquisa mostra que, nos próximos 15 anos, São Paulo se consolidará como um dos principais centros consumidores do mundo e terá uma população com renda média e alta maior que Londres e Paris.


Costuma ser sombrio o futuro das grandes cidades na imaginação humana. A Metropolis do cineasta Fritz Lang escraviza os trabalhadores e os obriga a viver no subterrâneo. Em Blade Runner, a Los Angeles concebida por Ridley Scott é um inferno escuro onde humanos e androides lutam pela vida. Já a Gotham City dos quadrinhos abriga tantos bandidos que nem Batman é capaz de pacificá-la. Felizmente, as coisas não parecem tão más na vida real — especialmente para São Paulo, principal megalópole brasileira. A região metropolitana de São Paulo é hoje a quinta maior aglomeração humana do planeta — atrás de Tóquio, Nova York, Cidade do México e Mumbai. São 19,4 milhões de pessoas que vivem na capital paulista e em outras 38 cidades que acabaram fundindo suas fronteiras e formaram o coração econômico do país. A boa notícia é que São Paulo, em vez de dar sinais de exaustão, mostra-se como um dos campos mais férteis do mundo em oportunidades de negócios. A conclusão é de um estudo da consultoria inglesa PricewaterhouseCoopers, obtido com exclusividade por EXAME, que projetou a população e a renda de algumas das principais metrópoles do mundo para o ano de 2025. Pelas contas da PwC, São Paulo ganhará 2,1 milhões de habitantes nos próximos 15 anos e atingirá a cifra de 21,4 milhões de pessoas. No mesmo período, a região vai praticamente dobrar o PIB para 782 bilhões de dólares em paridade de poder de compra, o que a colocará na posição de sexta metrópole mais rica do mundo — quatro colocações acima da atual.

O mais importante é a maneira como essa riqueza deve se distribuir. Na perspectiva dos consultores da PricewaterhouseCoopers está o substancial aumento do número de pessoas com renda per capita acima de 4 500 reais por mês, a faixa mais alta analisada na pesquisa. A consultoria estima que São Paulo tenha atualmente 4,5 milhões de pessoas nessa categoria. Em 2025, serão 9,5 milhões de habitantes na mesma situação. São Paulo contará, então, com mais gente com esse potencial de consumo do que Paris e Londres, duas das mais ricas e sofisticadas capitais do mundo. É claro que a maior cidade brasileira continuará tendo mais pobres que Paris — que, estatisticamente, já não tem população de baixa renda, situação atual de 22% dos paulistanos. De qualquer forma, se as projeções da PwC se confirmarem, os próximos anos serão marcados por uma intensa mobilidade social na região.

Do ponto de vista do consumo, as transformações devem ter impactos brutais. “A classe média vai se fortalecer, com a vantagem de que o maior crescimento será exatamente nas faixas de renda mais altas”, afirma a economista e coordenadora do estudo Yael Selfin, da PwC, em Londres. “Apesar das cidades chinesas e indianas estarem hoje em maior evidência, São Paulo deve oferecer melhores oportunidades para as empresas que trabalham com produtos e serviços de maior valor agregado, pois China e Índia ainda terão de tirar muita gente da pobreza.” As projeções da PwC são animadoras, sobretudo porque sinalizam que a região permanecerá na rota do crescimento sustentado por mais uma década e meia. “Acreditamos que os surtos passageiros de compras, como os que sucederam os planos Cruzado e Real, serão substituídos por um crescimento de consumo mais gradual e consistente”, diz Selfin. As projeções da PwC são lastreadas por um crescimento anual médio do PIB da região estimado em 4,2%.

O setor imobiliário é um dos que mais devem se beneficiar caso o cenário projetado se concretize. “Estamos otimistas, e não somos os únicos. Acabamos de receber 1 bilhão de reais de investidores para nosso plano de expansão”, afirma Ubirajara Spessoto, diretor-geral da Cyrela, maior incorporadora do país, que realizou captação na Bovespa em 27 de outubro. Spessoto passou todo o mês de outubro em uma maratona de reuniões com investidores nos Estados Unidos, na Europa e no Brasil. Os slides utilizados durante o road-show daCyrela têm muito em comum com o estudo da PwC. Mostram uma combinação de crescimento populacional com aumento de massa salarial e redução do número de pessoas por domicílio. “É a fórmula certa. Ela se traduz em maior demanda por novos imóveis e mais gente com capacidade de realizar o sonho da casa própria. São Paulo é perfeita para essa expansão, pois ainda tem um nível de verticalização baixo.” Como sempre, os negócios imobiliários abrem espaço para a venda de toda uma gama de produtos, especialmente nas faixas mais altas de renda. Essa seara inclui mobiliário, aparelhos eletroeletrônicos e vários serviços domésticos, como os de telecomunicações. “Uma população desse tamanho e com esse perfil de renda praticamente elimina as barreiras do nosso setor do ponto de vista da demanda”, afirma Renan Leal, diretor executivo de planejamento estratégico da Telefônica. “A casa conectada, em que o morador consegue comandar remotamente os sistemas de iluminação e som, será uma realidade muito difundida em 15 anos.” Segundo ele, o entretenimento pela internet, como os filmes sob demanda, também deve se desenvolver muito nos próximos anos.

O fato é que a ascensão de renda da população de São Paulo abre oportunidades em praticamente todos os segmentos, desde o de comidas prontas até o de produtos de luxo. A cidade representa atualmente 70% do mercado de luxo do país, estimado em 5,9 bilhões de dólares ao ano. Os 4,5 milhões de pessoas que vão entrar na faixa de renda acima de 4 500 reais são candidatos a alimentar os setores de serviços e produtos sofisticados. “É a escala da classe média que gira a roda da economia do luxo”, afirma Carlos Ferreirinha, sócio da MCF Conhecimento, consultoria especializada nesse mercado. O setor aéreo é outro que deve ser beneficiado nos próximos anos pelo chamado consumo aspiracional — aquele motivado mais pelo desejo do que pela necessidade. “O número de passageiros de avião deve triplicar em São Paulo — e no Brasil — até 2025”, afirma Andre Castellini, da consultoria Bain & Company. “Depois de móveis, eletrodomésticos e carro, a viagem a turismo é a maior ambição do brasileiro.”

Fundada há 455 anos, a cidade de São Paulo dormitou por séculos e só começou a virar um polo mais dinâmico de desenvolvimento nas últimas oito décadas, especialmente com o sucesso da produção de café no interior do estado e, mais tarde, com a industrialização. Mas foi nos anos 70 que a cidade entrou numa fase de explosão demográfica — quase triplicou de tamanho entre 1970 e 1990. Foi também a partir daí que se consolidaram características que hoje são marcas registradas de São Paulo — a violência, o trânsito caótico, as favelas. Modernizar-se e, aos poucos, desfazer os nós acumulados nas últimas décadas é o desafio agora. Os aeroportos da cidade estão estrangulados — e sem eles não há como o turismo crescer. Não há mais espaço nas vias — mas os carros não param de chegar. O poder público tem um papel importante para que o aumento do consumo não se traduza em caos urbano. “Daqui a 15 anos, provavelmente teremos rodízio em dias alternados, pedágio urbano, mas também teremos mais metrô e muito possivelmente estaremos discutindo um segundo rodoanel”, afirma Paulo Cardamone, da CSM Auto, empresa especializada em informações para o mercado automobilístico. Segundo ele, o potencial de consumo aberto pelas previsões da PwC aumentaria sensivelmente as vendas de carros mais luxuosos. A frota da região passaria por uma forte modernização, abrindo espaço também para o segmento city car, de veículos pequenos e econômicos, destinados basicamente ao trajeto de casa para o trabalho.

Olhar a experiência paulistana sob o prisma histórico evidencia que a cidade se prepara para repetir, com décadas de atraso, a trajetória de outras grandes metrópoles do mundo. Até o início do século 20, Nova York tinha um problema crônico de violência e não sabia o que fazer com as montanhas de esterco de cavalo. Mas já era um polo industrial importante e ganhava sua primeira linha de metrô — e se tornou a potência que conhecemos. São Paulo começa, aos poucos, a traçar esse caminho. Isso abre espaço também para uma evolução cultural. “Boa parte da classe média ascendeu recentemente de faixas mais baixas e ainda está matando a expectativa de consumo reprimida”, afirma Marcos Pazzini, da consultoria Target Marketing, especializada em consumo. Depois de comprar e melhorar a casa, o carro e o guarda-roupa, o consumidor tende a racionalizar o consumo. “A tendência é que ele valorize mais a educação dos filhos e os investimentos financeiros.” Hoje, as escolas privadas respondem por apenas 15% dos alunos matriculados da Grande São Paulo, menos de 600 000 alunos. “Esse número pode dobrar com o aumento de renda”, afirma Renato Souza Neto, da Prismapar, especializada em finanças empresariais, com clientes da área de educação.

Projetar o futuro é uma tarefa repleta de riscos. Surpresas são parte da vida — mas nem sempre isso é ruim. Para os fundadores da rede de decoração Tok&Stok, o casal francês Ghislaine e Régis Dubrule, a São Paulo de hoje era inimaginável há 30 anos, quando abriram a primeira loja de 80 metros quadrados na capital paulista. Atualmente, a Tok&Stok possui 28 lojas em 11 estados brasileiros. Formados em ciências políticas, os Dubrule pensavam em se estabelecer na área acadêmica. A ideia da loja surgiu com a dificuldade do casal de mobiliar a casa. “Ou era tudo muito caro ou tudo muito popular”, afirma Paul Dubrule, filho dos fundadores da rede e responsável pela área financeira da Tok&Stok. Os Dubrule não tinham, obviamente, um estudo capaz de mostrar o que aconteceria na economia brasileira. Atravessaram períodos de recessão, hiperinflação e testemunharam uma mudança radical no comportamento do consumidor brasileiro, que permaneceu praticamente isolado do resto do mundo até a década de 90 pelas barreiras do país ao comércio internacional. “Hoje, as pessoas querem saber muito mais sobre a qualidade do produto. Querem saber se o móvel é feito com madeira certificada e se segue o padrão global. O cenário mudou, mas ele parece tão ou mais promissor do que quando meus pais começaram”, diz Paul.

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FONTE: Meio e Mensagem.

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