Arquivo do dia: 11 de novembro de 2009

Ano da França é o tema do novo número da “Importe-se”.

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A nova edição da “Importe-se”, publicação customizada das lojas Spicy, tem como tema o Ano da França no Brasil. Outro destaque da publicação é entrevista com o chef francês Erick Jacquin, proprietário do restaurante La Brasserie, em Higienópolis e os novos produtos da coleção primavera/verão.

A revista também indica 24 endereços de onde encontrar a famosa culinária francesa em Paris e em São Paulo e uma reportagem sobre o que o Brasil oferece de melhor, como a caipirinha e suas inúmeras versões, além de matérias sobre comportamento, gastronomia e decoração.

Toda a estratégia de comunicação e de posicionamento da “Importe-se” é de responsabilidade da agência Babel, com edição da Oficina de Conteúdo e está disponível em todas as lojas da rede.

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Palmeiras projeta receita de R$ 80 mi com Avanti.

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A partida entre Palmeiras e Sport, no Palestra Antártica, na quarta-feira, 11, não será importante apenas para as pretensões do clube de conquistar o título do Brasileirão 2009. No intervalo comercial do jogo irá ao ar o filme de lançamento do Avanti, seu novo programa de sócio torcedor. A diretoria alviverde espera arregimentar 200 mil participantes em dois anos, o que passaria a render aos cofres do clube cerca de R$ 80 milhões por ano. O site do programa estará em operação a partir da meia-noite de quinta-feira, 12.

Para que o projeto não entre em colapso como o Onda Verde, lançado no final de 2006 e que devido a inadimplência foi descontinuado, o Palmeiras buscou parceiros na área financeira: Visa e Bradesco Cartões. O torcedor que quiser se associar poderá optar por ter o Cartão de Crédito Bradesco Afinidade Palmeiras e parcelar sua anuidade em 12 vezes, ou então pagar a anuidade em parcela única via boleto. “Sabemos que isso reduz a chance de perdermos o torcedor”, aponta Mauro Zucato, diretor adjunto de marketing do clube.

O Avanti tem três planos – Prata (anuidade de R$ 300), Ouro (R$ 600) e Diamante (R$ 1200) – e oferece como benefícios 100% do valor da anuidade em descontos na compra de produtos da Adidas e da Samsung; compra antecipada de ingressos com descontos de 30%, 40% e 50% de acordo com o plano; kit com carteira-ingresso (cartão eletrônico da Outplan chamado de Futebol Card que liberará a entrada do torcedor na catraca), camiseta, boné, mochila e certificado; descontos em passagens aéreas da Azul Linhas Aéreas; e a participação em ações promocionais.

“O objetivo é ser o maior programa de sócio torcedor do mundo, ultrapassando o do Benfica, de Portugal, que tem 170 mil sócios. Os projetos de Corinthians e São Paulo basicamente oferecem desconto no ingresso. O do Palmeiras oferece uma série de benefícios que irá motivar a torcida”, projeta Zucato, destacando que um contador será instalado no site do clube para acompanhar a evolução das adesões.

Segundo estimativas do diretor de marketing alviverde Rogério Dezembro, o plano deve ter 20 mil adesões em seis meses e 50 final no final de um ano. “Montamos uma plataforma muito boa para os torcedores e também para abrir espaço para parceiros comerciais. O interesse das empresas de se associarem ao Palmeiras está crescendo e no uniforme temos um espaço limitado. Temos uma negociação bem quente com uma empresa de telefonia móvel”, conta dezembro. Ainda de acordo com o diretor, o lançamento do Avanti foi viabilizado com o aporte de cerca de R$ 500 mil feito pelos parceiros iniciais.

A campanha de divulgação do projeto contará com três comerciais para TV aberta e fechada, estrelados pelo goleiro Marcos, ídolo do time, além de ações de email marketing com a base de torcedores cadastrados no site da Visa (que comercializa ingressos para um setor especial do Parque Antártica) e do próprio Palmeiras. A criação dos comerciais é do palmeirense Carlos Righi. Já a sonorização ficou por conta de outro palmeirense, Tula Minassian, da Play it Again.

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Unilever foca meia idade em nova linha

“Dove Men + Care”, o maior investimento da Unilever para 2010, conta com R$ 24 milhões para área de marketing.

 

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Unilever foca meia idade em nova linha de desodorantes

A Unilever apresentou na manhã desta terça, 10, o lançamento da “Dove Men + Care”, mais nova linha de desodorantes da companhia, direcionada ao público masculino com idade entre 30 e 55 anos. No evento, o target foi representado pelo ator Alexandre Borges, o designer Marcelo Rosembaum e o vice-presidente de criação da Ogilvy, Anselmo Ramos, que falaram sobre conforto e cuidados pessoais.

Com investimento de R$ 24 milhões somente na área de marketing, o produto é a maior aposta da empresa em 2010, quando o plano de mídia, ainda em desenvolvimento, começará a ser veiculado. O produto surge para suprir uma deficiência da companhia que entre as suas marcas, Axe e Rexona, não tinha um item próprio para esse target, segundo Andrea Rolim, vice-presidente de cuidados pessoais da Unilever.

O produto é resultado de uma pesquisa elaborada pelo Instituto StrategyOne sobre o público-alvo da linha. Entre os apontamentos, 80% buscam conforto no uso do desodorante – posição inferior somente à fragrância (89%) – e 78% afirmam já ter usado produtos femininos para cuidar da pele. Enquanto, 27% dos homens declaram ser sensíveis a desodorantes e, dentre esses, 57% apresentam irritações freqüentes.

É este nicho que a Dove Men + Care quer penetrar, ao apostar no conforto com um produto que oferece proteção com o suor e não irrita as axilas. Como os demais produtos Dove, a linha também é composta por ¼ de creme hidratante. Comercializado a partir deste mês, o produto chega ao mercado com as fragrâncias Clean Comfort e Extra Fresh nas versões aerosol, rollon e aerosol body spray.

O lançamento marca também a observação de um mercado em franca expansão, com crescimento de 200% nos últimos cinco anos, chegando a cifra de 1,6 bilhão de reais. Em 2008, enquanto o setor geral de desodorantes atingiu 38,8%, o segmento masculino alcançou 54,6%.

 

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Visanet passa a se chamar Cielo

Companhia de operações de crédito reformula comunicação para entrar no segmento multibandeira.

 

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Cielo foi o nome escolhido para representar a nova fase da marca

Com base no posicionamento de que o céu é o limite para uma empresa que lidera o seu segmento de atuação no País, a Visanet deixou para trás o seu nome e apresentou, nesta terça-feira, 10, a sua nova marca: Cielo. A reformulação já havia sido antecipada pela coluna Em Pauta, publicada na edição 1384 de Meio & Mensagem (clique aqui para ver).

Fruto de mais de um ano de trabalho e planejamento da FutureBrand, a nova marca traz consigo, entre outras missões, a de desvincular a companhia da bandeira de crédito Visa, cujo contrato de exclusividade terminará em meados de 2010.
“Passaremos a operar com todas as bandeiras e, dessa forma, nos destacar em um cenário que irá ficar mais competitivo. Precisávamos de um posicionamento diferente, que fugisse das nomenclaturas de crédito, cartões e pagamentos”, conta o presidente da, agora, Cielo, Rômulo de Mello Dias.

Junto com a mudança do nome, a empresa também repensou a sua estratégia de comunicação, entregando a sua conta publicitária para a Young & Rubican. “Como o foco dessas empresas é a comunicação B2B, as campanhas não costumam contemplar a grande mídia. Mas achamos importante sair um pouco dessa postura tímida e mostrar ao público a importância e a estrutura de uma companhia como a Visanet”, comenta o CEO do Grupo Newcomm e presidente da Y&R, Roberto Justus. Além da Y&R, também participaram da concorrência da Neogama BBH, Leo Burnett, Ogilvy e Parra (que detinha a conta da Visanet).

A primeira campanha, que comunicará a mudança do nome para Cielo, estreia na mídia impressa nesta próxima sexta-feira, 13. O filme televisivo entra no ar no próximo domingo, 15. A total divergência existente entre as palavras “Visanet” e “Cielo” também foi apontada como algo positivo para a transição da marca. “Como o novo nome tem um forte impacto e é bem diferente, acreditamos que a assimilação do público acabará acontecendo de uma forma mais espontânea”, opina Átila Francucci, diretor de criação da Y&R.

A associação quase imediata do novo nome com o sobrenome do nadador brasileiro César Cielo acabou sendo aproveitada pela companhia. O atleta foi convidado para participar da apresentação da nova marca feita aos colaboradores ocorrida nessa segunda-feira, 9. Além disso, a Y&R confirma a possibilidade de utiliza-lo, futuramente, em alguma campanha ou ação da Cielo.

A substituição da marca antiga pela nova terá início a partir dessa semana e acontecerá de forma paulatina. A companhia irá substituir todas as máscaras (placas que recobrem as máquinas de operações de crédito) que possui em 1 milhão e 600 mil estabelecimentos espalhados por todo o Brasil.

Com quatorze anos de existência e ocupando a liderança do mercado de meios eletrônicos no País, a Visanet conseguiu encerrar o terceiro trimestre deste ano com um lucro líquido de R$ 396,7 milhões – quantia 35% maior do que o lucro obtido no mesmo período de 2008. Entre os meses de janeiro e setembro, a companhia declara ter investido R$ 163 milhões no aprimoramento dos seus serviços, em tecnologia e na ampliação de distribuição dos serviços. O investimento na reformulação da marca e na campanha publicitária, entretanto, não foi revelado.

 

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Ranking Vendas Automóveis/Comerciais/Caminhões e Onibus (JAN/OUT-2009)

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Redução do etanol na gasolina está em estudo, confirma Lobão

O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, disse na terça-feira, 10, que sua pasta está estudando

juntamente com o Ministério da Agricultura a possibilidade de alterar a mistura do etanol na gasolina.

Há algumas semanas está sendo discutida no governo a ideia de reduzir essa mistura de 25% para

20%, de modo a injetar mais etanol no mercado, forçando assim uma redução de preço. “Tive uma

reunião com vários produtores de etanol. Estamos avaliando. Cair de 25% para 20% é uma

possibilidade, mas nenhuma decisão foi tomada”, disse o ministro. (Agência Estado)

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Emprego na indústria avança pelo 3º mês seguido, mostra IBGE

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O emprego industrial subiu 0,4% em setembro, na comparação com o mês anterior, na série com

ajuste sazonal. Com isso, marcou uma sequência de três meses de aumento. Em relação a setembro

de 2008, o indicador teve queda, de 6,5%, a 10ª consecutiva. Na análise trimestral, o emprego

industrial encolheu 6,7% de julho a setembro. No acumulado do ano, o recuo ficou em 5,6%. Em 12

meses, a queda correspondeu a 4,2%. No levantamento divulgado na terça-feira, 10, o Instituto

Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostrou que o número de trabalhadores caiu em 13 áreas

analisadas em setembro, perante um ano antes. As reduções mais expressivas no contingente de

pessoal foram observadas em São Paulo (-4,8%), Minas Gerais (-11,1%), região Norte e Centro-Oeste

(-9,9%) e Rio Grande do Sul (-8,6%).

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