Arquivo do dia: 10 de novembro de 2009

Blackout Atinge Zona Sul de São Paulo às 22:30

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IPVA cai 9,3% em São Paulo;

SÃO PAULO – O Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) vai ficar em média 9,3% mais barato para os motoristas de São Paulo.

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Segundo a Secretaria da Fazenda de São Paulo, a redução do IPVA para carros será de 12,2% e motocicletas chega a 9,8%. Os caminhões terão retração de 7,7%, os utilitários de 7,5% e ônibus e micro-ônibus terão imposto 4,1% menor.

Os carros a gasolina recolherão 4% de IPVA sobre o valor venal. Carros a álcool e gás pagam 3%; bicombustível recolhe 4%; picape cabine dupla 4%; utilitários (cabine simples), ônibus, microônibus, tratores e motocicletas pagam 2% sobre o valor venal; caminhões recolhem 1,5%. Os veículos com mais de 20 anos de fabricação estão isentos.

A expectativa da Secretaria é de uma arrecadação de impostos no valor R$ 8,9 bilhões para 2010. Segundo dados da secretaria, de um total de 4 milhões que aderiram ao Nota fiscal Paulista, 385 mil consumidores preferiram que o crédito adquirido fosse abatido do IPVA.


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Hélio Costa propõe a criação do Bolsa Celular

O ministro das Comunicações, Hélio Costa, informou nesta terça-feira que propôs ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva a criação do programa Bolsa Celular, que prevê a distribuição gratuita de celulares para as pessoas que já são beneficiadas pelo programa Bolsa Família. Segundo o ministro, seriam distribuídos 11 milhões de celulares pré-pagos, que teriam em conta um bônus mensal de R$ 7.

 

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Todo o programa, segundo Costa, custaria às empresas de telefonia R$ 2 bilhões, investidos em um período de dois anos. Para compensar esse custo, o governo abriria mão do recolhimento do Fundo de Fiscalização das Telecomunicações (Fistel) sobre esses celulares.

As empresas de telefonia recolhem anualmente para o Fistel R$ 13,42 relativos a cada celular em funcionamento e mais R$ 26,83 na habilitação de cada novo celular. Segundo Costa, as empresas ainda sairiam ganhando, porque além de expandir o número de clientes, teriam o aumento de receita. A expectativa, segundo o ministro, é de que cada usuário gaste mais do que os R$ 7 por celular. “O presidente gostou da ideia e as empresas aprovaram o projeto”, afirmou Hélio Costa, acrescentando que já houve a adesão da TIM à proposta.

Ainda não há uma data definida de implantação do programa. A princípio o programa prevê, segundo Costa, um celular por família, mas não está descartada a possibilidade da concessão de um segundo celular, ainda que em condições menos vantajosas. O anúncio do Bolsa Celular foi depois da reunião do ministro com os presidentes das principais empresas de telefonia para tratar da expansão da banda larga no País. A reunião sobre banda larga, porém, não foi conclusiva.

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Em dia de oscilação, Bovespa fecha em leve alta; dólar sobe após 5 quedas

SÃO PAULO – A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) encerrou o pregão desta terça-feira com leve alta, em dia de muita volatilidade. O índice Ibovespa – a principal referência da bolsa paulista – fechou aos 66.303 pontos, em alta de 0,13%. O giro financeiro foi de R$ 6,621 bilhões.

 

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O desempenho da Bovespa acompanha a trajetória instável da Bolsa de Nova York hoje. Às 18h10 (de Brasília), o índice Nasdaq caía 0,05%, enquanto o Dow Jones subia 0,15%.

Já as bolsas de valores europeias fecharam em baixa nesta terça-feira, quebrando o ciclo de altas dos últimos quatros dias, influenciadas por ações de telecomunicações e de mineradoras. O índice das principais ações europeias FTSEurofirst 300 fechou em baixa de 0,2 por cento, em 1.010,35 pontos.

Na pontuação mínima do dia, o Ibovespa atingiu 65.706 pontos (baixa de 0,77%) e, na máxima, 66.709 pontos (alta de 0,75%). No mês, o índice acumula elevação de 7,73% e, no ano, de 76,57%.

O Ibovespa passou por uma tímida realização de lucros na maior parte da sessão, acompanhando o desempenho das Bolsas norte-americanas. Nos EUA, a agenda vazia fez com que as Bolsas tivessem um pregão morno. No fim da tarde, a melhora garantiu um pequeno ganho no fechamento da Bovespa.

Para o gestor gerente da Infinity Asset, George Sanders, uma das razões para o sinal negativo na Bovespa ao longo da sessão é o medo dos investidores de que o governo crie novas medidas para conter a queda do dólar. “Não creio que eles adotarão alguma medida que interfira na renda variável, mas o fato é que o investidor estrangeiro não gosta dessa movimentação”, comentou.

Os rumores sobre medidas acabaram adicionando volatilidade ao mercado de ações. Muitas vezes, os investidores acabam comprando papéis no fim do pregão, já que nada foi divulgado ao longo do dia. Hoje, os papéis da Petrobras contribuíram para sustentar o Ibovespa. A ação ON da companhia avançou 1,41%, enquanto a PN subiu 0,89%, apesar do recuo do petróleo.

O setor de petróleo também foi destaque por meio da OGX, que apresentou hoje um novo relatório de recursos potenciais, elaborado pela consultoria DeGolyer & MacNaughton. De acordo com o texto, os recursos potenciais da OGX são de 6,7 bilhões de barris de óleo equivalente.

As ações da Vale, por outro lado, caíram, assim como boa parte dos papéis das siderúrgicas. Vale ON recuou 1,09% e Vale PNA caiu 0,81%.
Os papeis PN da Gerdau subiram 0,89%, enquanto as ações PN da Metalúrgica Gerdau caíram 0,52%.

Dólar

No mercado cambial, o dólar encerrou o pregão desta terça-feira em alta e acabou com uma série de cinco dias de queda. A moeda norte-americana fechou cotada a R$ 1,717 para venda, em valorização de 0,88% frente ao real. Ontem, a moeda fechou a R$ 1,702.

Na segunda à noite, fonte do Ministério da Fazenda reforçou essas perspectivas informando à Agência Estado que estão em estudo medidas para evitar que o mercado use de derivativos e operações estruturadas para driblar o pagamento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). Além disso, fala-se em possível elevação da alíquota.
“A ideia de que haverá mais controle no mercado de câmbio pega no mercado. Esse tipo de informação está afetando o fluxo, mas isso ocorre no curto prazo”, disse o gerente de operações da corretora Indusval, Alberto Félix de Oliveira Neto, defendendo que o governo pense em medidas de longo prazo, que permitam ao País conviver confortavelmente com um dólar mais baixo.

“O Brasil atrai capitais e o dólar tem tendência internacional de queda, então as medidas devem ser no sentido de fazer com que o Brasil possa conviver com um dólar de R$ 1,50 ou R$ 1,60”.

(Com informações da Reuters e da Agência Estado)

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Dólar fecha em alta após cinco quedas seguidas

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O dólar quebrou o jejum diante do real nesta terça-feira, marcando a primeira sessão de alta em novembro em um dia de ajustes no exterior e de expectativa quanto a novas medidas do governo para frear a tendência de valorização do real. A moeda americana subiu 0,88%, a R$ 1,717. Ainda assim, o dólar acumula baixa de 2,22% em novembro, com cinco quedas em seis sessões.

O gatilho para a recuperação pontual da divisa americana foi o movimento de correção internacional, com baixa das bolsas de valores e do preço das commodities.

Às 16h32, o índice do dólar em relação às principais moedas subia 0,14%, e o índice Reuters-Jefferies de commodities caía 0,89%.

Operadores no exterior afirmaram que a realização de lucros desta sessão teve mais motivos técnicos que estruturais. O euro, por exemplo, havia voltado a superar o patamar psicológico de US$ 1,50, e havia espaço para vendas.

Em meio ao fraco noticiário do dia, o destaque foi o alerta da agência de risco Fitch, que comentou que a Grã-Bretanha é o país que mais corre risco de ver seu rating rebaixado entre as grandes economias por causa da crescente dívida.

A alta do dólar, porém, era mais forte no Brasil do que em outros lugares do mundo por causa da expectativa do mercado sobre possíveis medidas adicionais que o governo estudaria para tentar frear a valorização do real.

Para analistas, o desconforto do governo com a queda do dólar, que já acumula mais de 25% em 2009, abre espaço para outras medidas, que complementariam o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) na entrada de capital estrangeiro em ações e renda fixa adotado em outubro.

“Estamos tendo uma sobrevalorização da moeda brasileira, o que dá situação vantajosa para outros países comerciarem com o Brasil”, disse o ministro da Fazenda, Guido Mantega, em evento com empresários e autoridades italianas nesta terça-feira.

“Hoje, o real tem uma sobrevalorização de 23% sobre o euro”, quantificou.

Nesta terça-feira, por exemplo, o jornal O Estado de S. Paulo publicava que pode haver um aumento na exigência de margens de garantia em algumas operações no mercado futuro, para evitar a montagem de grandes posições a favor da queda do dólar. Outra possibilidade é o aumento da alíquota do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) sobre algumas operações.

“O que é certo é que o ruído considerável em torno das novas medidas para frear a entrada de capitais e a apreciação do real se tornou perturbador para o bom funcionamento da economia”, criticou Paulo Leme, do banco de investimento Goldman Sachs, em relatório.

Moacir Marcos Júnior, operador de câmbio da Finabank, tem opinião semelhante. “Esses balões de ensaio que o governo fica soltando não ajudam, porque tiram o vendedor do mercado.”

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E a Briga Continua…

Verizon ataca AT&T e iPhone em comercial animado!

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Nos EUA, a guerra entre as operadoras de telefonia está esquentando os motores para a época de Natal. De um lado, a AT&T se gaba de ter o iPhone, do outro, a Verizon diz que nada adianta ter um aparelho incrível se a cobertura 3G é pífia.

No comercial abaixo, o primeiro de uma série de três, a Verizon utiliza animação stop-motion e personagens com cara de série infantil da década de 1960 para dizer que um iPhone, sem cobertura, não passa de um brinquedo.

 

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Concurso Cultural M.A oferece 1 Ingresso para Show do Ac/cd em São Paulo, para a resposta vencedora.

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Será escolhido no dia 24 de novembro de 2009, para as pessoas que nos enviarem um e-mail respondendo a pergunta do concurso cultural,1 Ingresso para assistir ao show do Ac/dc em São Paulo no Dia 27/11/2009, às 21:00 h ,no estádio do Morumbi em São Paulo.

Para concorrer, basta nos mandar um e-mail respondendo: Porque quero assistir o show do Ac/dc em São Paulo?

A resposta mais criativa ganha o ingresso.

Participe: mercadoatualizado@gmail.com

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